Maranhão alcança marca histórica de 400 mil empresas ativas

Mais de 400 mil empresas gerando emprego e renda no estado. Este marco, que é inédito para a economia maranhense, foi alcançado no levantamento do mês de maio e é 120% maior que o de 2015, quando este número era de 182 mil.

Os dados integram o levantamento estatístico da Junta Comercial do Maranhão (Jucema) que também revela que o Estado conseguiu manter por oito anos consecutivos de recordes no número de empresas formalizadas.

As micro e pequenas empresas somam a maioria dos portes empresarias em atividade no estado correspondendo a mais de 90% desse total. Já o comércio varejista de artigos de vestuário e acessórios é o campeão de lojas abertas no Estado, somando mais de 26 mil estabelecimentos. 

Para Sérgio Sombra, presidente da Jucema, os dados representam um impacto positivo para a economia e para a geração de emprego e renda. Entre as explicações desse desempenho positivo, ressaltadas pelo gestor, está a transformação digital no registro de empresas, promovida pelo Governo do Estado, por meio da Junta Comercial, como o programa Empresa Fácil, que torna os procedimentos mais simples e totalmente online.

“Finalizamos o mês de maio com essa ótima notícia para a economia do nosso Estado e isso também é um reflexo do ambiente de negócios favorável que o Maranhão oferece aos empreendedores. No início deste ano tivemos a Junta Comercial mais rápida do país para abertura de empresas com uma média de tempo inferior a duas horas. São vários fatores que contribuíram para alcançarmos essa marca histórica de empresas ativas”, destacou Sérgio Sombra.

Ranking dos municípios

No ranking das cidades que mais concentram empresas em atividade estão São Luís, com a maior densidade empresarial, seguida de Imperatriz, São José de Ribamar, Timon e Balsas.

O Maranhão também diminuiu o tempo para abertura de empresas. De acordo com dados da Receita Federal, o Estado está entre os mais rápidos do país nos processos de abertura de empresas na Jucema. O órgão, no mês de janeiro, levou em média 2 horas para o deferimento de processos, ficando assim com o melhor tempo do país.