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Titular da 1ª Vara de Entorpecentes visita unidade da SENARC

O juiz Antônio Luiz de Almeida, titular da 1ª Vara de Entorpecentes de São Luís, visitou na manhã desta quarta-feira (17), a unidade da Superintendência Estadual de Repressão ao Narcotráfico (SENARC), órgão ligado à Secretaria de Segurança Pública que atua no combate ao tráfico de drogas nos municípios que compõem a Ilha de São Luís. Na visita, o magistrado foi acompanhado de representantes do Ministério Público, promotor de Justiça Leonardo Rodrigues Tupinambá, e promotora Christiane de Maria Ericeira, todos com atribuições relacionadas à SENARC.

“A visita foi de cunho institucional. Nosso objetivo foi conhecer as dependências do órgão SENARC, que a superintendência que trata da matéria na qual eu atuo, que é o tráfico de drogas. Conhecemos as instalações e estrutura do departamento, o canil, onde ficam os cães utilizados nas buscas de entorpecentes. Foi uma visita visando, ainda, ao aperfeiçoamento da investigação, no sentido de que a legislação sofreu algumas alterações que impactam diretamente na investigação policial”, destacou Antônio Luiz de Almeida.

PARCERIA

Durante a visita o juiz Antonio Luiz ressaltou a necessidade de parceria com os demais órgãos de segurança para enfrentamento ao tráfico de drogas. O magistrado, o promotor e a promotora foram recebidos na SENARC pelo Superintendente Edérson Martins Pereira, pelo diretor da Capital delegado Diego Schianni, pelo delegado Albert Fontes, diretor do Departamento do Interior, pelo delegado Fernando Guedes, diretor da Área Norte, e pelo delegado Pedro Soares, diretor da Área Sul. 

Eles apresentaram aos visitantes as dependências prediais e ações desenvolvidas pelo Núcleo de Operações com Cães da SENARC no combate ao tráfico de entorpecentes na Grande Ilha. “Nós saímos da reunião, dessa visita, com a perspectiva de que a parceria entre Ministério Público e Senarc traga benefícios para investigação policial”, acrescentou o promotor de justiça Leonardo Rodrigues Tupinambá.

“Há um sentimento, não somente meu mas também dos promotores, de saber se há na Polícia Civil um protocolo de atuação dos policiais, tal qual existe na Polícia Federal, um critério para elaboração de inquérito policial, tipo algo padronizado. Afinal, o trabalho da polícia acaba impactando no nosso trabalho também, então, no sentido de evitar anulação de provas, fomos ver como é que a polícia está atuando”, finalizou Antônio Luiz de Almeida.