Prefeitura de São Luís diminui infestação do Aedes aegypti com ações preventivas de combate ao mosquito

Como resultado do trabalho de prevenção contra o Aedes aegypti, a Prefeitura de São Luís reduziu a infestação do mosquito transmissor das arboviroses, na capital maranhense. O último Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa), realizado em outubro, indicou infestação de 0,5% dos domicílios, índice menor que o percentual de 1%, preconizado pelo Ministério da Saúde.

Este ano foram realizados quatro LIRAa, para monitorar a presença do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, nos domicílios. O trabalho é feito pelos agentes de endemias com a coleta de amostras nos imóveis visitados.

O secretário municipal de Saúde, Joel Nunes, explica que o levantamento é uma ferramenta importante para avaliar o resultado das ações de combate às arboviroses feitas pela gestão municipal. “Quanto menor o índice do LIRAa, melhor, porque indica o acerto do trabalho que fazemos diariamente para combater o Aedes aegypti. Mas com a proximidade do período chuvoso estamos intensificando as ações e precisamos que a população adote medidas de prevenção”, afirma.

Em todo o país há previsão de aumento de casos de arboviroses devido à combinação de temperaturas elevadas e chuvas, que favorecem a proliferação do mosquito. E, diante de condições climáticas favoráveis, é fundamental a colaboração das pessoas para fortalecer os resultados do trabalho da Secretaria Municipal de Saúde (Semus).

“Durante a realização do LIRAa percebemos que os criadouros do mosquito estão principalmente nas residências, em vasos de plantas, garrafas retornáveis, bebedouros de animais e recipientes que são descartados indevidamente, e os reservatórios principais são os tanques e caixas d’água ao nível do solo. Então é uma situação que pode mudar com a sensibilização das pessoas”, diz o coordenador do Programa das Arboviroses da Semus, Júlio César Maia.

Faça sua parte no combate ao mosquito

• Não deixe água parada.

• Lave frequentemente as paredes internas de caixas d’água, cacimbas, tonéis de água, cisternas, jarras e filtros.

• Troque a água dos pratos de vasos de plantas e xaxins por areia.

• Não junte vasilhas e utensílios que possam acumular água (tampinha de garrafa, casca de ovo, latinha, saquinho plástico de cigarro, embalagem plástica e de vidro, copo descartável etc.) e guarde garrafas vazias de cabeça para baixo.

• Entregue pneus velhos ao serviço de limpeza.

• Troque a água dos bebedouros dos animais no mínimo uma vez por semana.

• Limpe frequentemente as calhas e a laje das casas.

• Mantenha latões de lixo e lixeiras bem tampados.

• Não jogue lixo em terrenos baldios.

• Permita sempre a entrada do agente de endemias, devidamente identificado, para inspeção de seu domicílio.