Codevasf participa de plantio de mudas em São Luís

Em alusão ao Dia Mundial da Água, comemorado em 22 de março, a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) participou do plantio de mudas de juçareiras no entorno de nascentes localizadas na área do Sítio do Físico – Parque Estadual do Bacanga, em São Luís.

A atividade busca melhorar a qualidade ambiental desse ecossistema e faz parte de um conjunto de estratégias no âmbito do projeto institucional “Lagoa Nova: sustentabilidade socioambiental e cultural do Rio Bacanga”, desenvolvido pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Entre as ações, estão o mapeamento, a recuperação e o monitoramento dos sistemas de nascentes da bacia. Uma das metas do projeto prevê o plantio de 200 mudas de juçareiras – espécies nativas da região – no entorno do sistema de nascentes da bacia do rio Bacanga.

Parceira do projeto, a Codevasf possui um acordo de cooperação técnica com a UFMA para fornecimento de equipamentos – o chamado “kit ambiental”. Segundo os termos do acordo, além de fornecer os equipamentos, a Companhia presta apoio técnico a fim de auxiliar os parceiros na execução de ações nas áreas que serão protegidas.

“Todo esse trabalho de revitalização de bacias hidrográficas está relacionado à promoção do desenvolvimento regional sustentável e busca, com isso, garantir segurança hídrica à população”, explica o superintendente regional da Codevasf no Maranhão, Celso Dias, que foi representado no evento pela gerente regional de Revitalização de Bacias Hidrográficas no estado, Ericka Cunha.

O acordo de cooperação prevê, entre outras obrigações da Codevasf, o intercâmbio de conhecimento, experiências e informações técnicas para elaboração e execução do projeto, além da doação à instituição parceira de um kit ambiental composto de diversos equipamentos, como: um veículo tipo off road 4×4 para facilitar o acesso às áreas; dois receptores portáteis de GPS (navegação) para coleta da localização geográfica das nascentes, áreas de recarga e outras de interesse para o projeto; e uma câmera fotográfica digital para auxiliar no registro de todas as etapas do trabalho.

Como contrapartida, a instituição parceira se compromete a realizar o diagnóstico e a caracterização das nascentes, propondo intervenções técnicas para a preservação e/ou recuperação das áreas.