3 dicas de educação financeira na infância

A educação financeira vai muito além de saber gerenciar os gastos e o salário mensal. É preciso, portanto, atuar na mudança de comportamentos, sobretudo na na nossa forma de consumo.

A compulsão em compras desnecessárias e os gastos desmedidos em situações adversas são circunstâncias que devem ser construídas com o passar do tempo. Dessa forma, muitas pessoas em fase adulta, já com formação acadêmica e conhecimento de mercado, acabam incorrendo em erros primários de ordem financeira.

Portanto, para que este tipo de problema seja evitado nas próximas gerações, é adequado projetar uma educação financeira para os seus filhos.

Como trabalhar a educação financeira com as crianças?

Respeitando todos os processos de educação que crianças e adolescentes devem ter, a educação financeira deve ser inserida gradativamente. Entretanto, há algumas maneiras de ensinar sobre o valor do dinheiro de maneira lúdica, adotando pequenas medidas educativas.

Um exemplo disso é em relação a mesada, valor mensal dado pelos pais aos filhos. De forma cuidadosa, é possível estipular um valor para que eles aprendam a controlar seus gastos.

Outra medida bastante eficaz no que diz respeito à educação financeira dos seus filhos é realizar cursos sobre finanças. Com a internet, há opções de curso para todas as categorias, desde finanças básicas até dicas sobre investimentos. Além disso, é possível utilizar a tecnologia para induzir o seu filho a ter o melhor controle financeiro.

Portanto, ao longo deste artigo iremos trazer três dicas de como trabalhar na educação financeira dos seus filhos:

1. A mesada pode ser utilizada para conscientizar

A educação nos primeiros anos de vida deve se dar de maneira bastante lúdica, com demonstrações reais daquilo que se deseja ensinar. Portanto, é preciso tomar cuidado, pois a formação de conhecimentos nesse período é fértil, influenciando diretamente no comportamento de muitas situações ao longo da vida.

Desse modo, este é o momento para inserir no contexto aqueles assuntos mais importantes para a formação, como por exemplo a educação financeira. No entanto, a educação financeira, assim como todas as outras formas de conhecimento, deve ser realizada de forma lúdica.

Por isso, uma medida que pode ser adotada nesse período para trabalhar a educação financeira é a mesada. Com um valor estipulado mensalmente, os pais definem aquele valor para que os filhos cuidem. Entretanto, é preciso definir alguns critérios para o uso da mesada.

É possível também definir algumas responsabilidades que devem ser vinculadas à mesada. Um exemplo é em relação aos ingressos de cinema, parques e afins. Conforme a família observa a evolução do filho na gestão da mesada, é interessante aumentar o valor, de acordo com as possibilidades financeiras.

2. Cursos de finanças pessoais para jovens é uma alternativa

Conforme o desenvolvimento estudantil dos seus filhos, é possível avançar em alguns aspectos da educação familiar. Desse modo, para avançar no sentido de aplicar a educação financeira, é possível trabalhar com conhecimentos externos.

Ou seja, para que haja o desenvolvimento na educação financeira dos filhos durante a juventude, é indicado utilizar cursos sobre o tema. Dessa forma, de acordo com o nível de conhecimento que ele já possui, a partir das práticas familiares, o conhecimento sobre finanças se torna mais acessível.

No entanto, é preciso dosar o tempo entre as aulas da escola, cursos e treinos suplementares, como inglês e natação, com o aprendizado sobre finanças pessoais. Portanto, uma alternativa para otimizar o tempo de estudo é através de cursos online. Com a tutela dos pais, é possível acompanhar o desenvolvimento mais de perto, avaliando a interação com o curso e a facilidade para dominar o assunto.

Entretanto, para realizar estes cursos é preciso tomar cuidado, pois assim como é possível encontrar alternativas interessantes para o conhecimento sobre educação financeira, há sites enganosos, que manipulam informações de forma incorreta. Portanto, mesmo com a proximidade que seus filhos têm com o mundo da internet, é fundamental fazer o acompanhamento.

3. Use a tecnologia para facilitar na educação financeira

A partir da metade dos anos 2000, o acesso a tecnologia e a informática se disseminou pelo Brasil. Dessa forma, inúmeras famílias passaram a contar com cada vez mais alternativas tecnológicas em sua casa.

Portanto, assim como a internet, as novas tecnologias podem ser instrumentalizadas para a educação financeira. Hoje, basta apenas que a criança diga ‘ok google’ para que todas as informações que ela precisa apareçam. Fazendo isso ela precisará apenas dizer ao seu celular o que quer saber e pronto, ela terá todo o conteúdo na pauta de suas mãos.

No entanto, cabe aqui dizer também que o uso de ferramentas, como aplicativos de gestão de gastos, planilha de orçamento e dicas sobre investimentos, são algumas das possibilidades disponíveis.

No entanto, para que a educação financeira seja realizada de forma correta, mesmo quando o filho está na adolescência, deve ter o acompanhamento dos pais. Além disso, apesar de haver disponibilidade de alguns serviços bancários, este deve ser um passo seguido mais adiante, já na fase adulta.

Ademais, para os pais que desejam dar um salto na qualidade de vida, realizar novos investimentos, ou mesmo pagar dívidas acumuladas, a procura sempre incorre nos empréstimos bancários. Dessa forma, com os juros elevados, estes empréstimos podem representar um endividamento ainda maior a longo prazo.

No mercado, aquele que mais tem se destacado por suas vantagens é, sem dúvida alguma, o empréstimo com garantia de imóvel. Isto porque suas taxas de juros são surpreendentemente mais baixas e seu pagamento é feito a longo prazo.

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