Jucema integra debates do Banco Mundial para avançar na melhoria do ambiente de negócios

A Junta Comercial do Maranhão (Jucema) integrou os debates da reunião do Doing Business Subnacional Brasil, projeto do Banco Mundial desenvolvido em todo país com o objetivo de melhorar o ambiente de negócios. O órgão foi designado pelo Governo do Estado para coordenar, dentro do projeto, as questões relativas à abertura de empresas no Maranhão. Na oportunidade, o presidente Sérgio Sombra, gestores de diversos órgãos estaduais e municipais e o Sebrae discutiram dados preliminares da iniciativa. Também estiveram presentes o vice-presidente da Jucema, Ricardo Diniz, e o coordenador da RedeSim no Maranhão, Ítalo Lima.

Intitulado de Direito de Resposta, o encontro virtual foi realizado na última terça-feira (05/08) e deu início ao processo de diagnóstico que possibilitará a adoção de medidas assertivas para desburocratizar marcos regulatórios, atrair investimentos e alavancar o desenvolvimento econômico de estados e municípios. A pauta do encontro incluiu questões relacionadas a tempo e custos para abrir empresas, obtenção de alvarás, registro de propriedades, pagamento de impostos e execução de contratos. São esses cinco indicadores que nortearão a análise do ambiente de negócios de todas as capitais brasileiras. Na primeira etapa, o questionário com dados referentes ao registro de empresas na junta comercial já foi preenchido e enviado pela Jucema ao setor de planejamento do Banco Mundial.

Ao analisar a importância da participação do Maranhão, o presidente Sérgio Sombra lembrou que o Governo do Estado tem como prioridade, desde o início da gestão, a implementação de medidas que estimulem o empreendedorismo local e que a participação nesse levantamento é mais uma oportunidade de captar outros resultados positivos. “A melhoria do ambiente de negócios no Maranhão é um compromisso que norteia todas as ações que consolidamos na Jucema. Diante dessa premissa, consideramos de suma importância participarmos do Doing Business Subnacional Brasil e termos ainda mais instrumentos para conhecer a nossa realidade e formular novas políticas que beneficiem o setor produtivo”.

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