Dezembro de 2023 alcançou a menor taxa de homicídios dolosos na Grande Ilha nos últimos 10 anos

A intensificação dos esforços do Governo do Maranhão no combate à criminalidade na Grande Ilha, durante o último ano, resultou em impactos significativos nos índices de segurança. Em especial, ao analisar isoladamente o último de mês de dezembro, a Grande Ilha apresentou uma expressiva baixa na ocorrência de homicídios dolosos dos últimos 10 anos. Foram 18 casos em dezembro de 2023. Em uma comparação com dezembro de 2014, quando o número de casos registrados chegou a 78, a queda foi de cerca de 76,9% em relação a dezembro de 2023.

“Os investimentos do nosso governo na segurança têm mostrado que estamos no caminho certo”, disse o governador Carlos Brandão. “São resultados positivos, mas os investimentos continuam em 2024, para alcançarmos ainda mais avanços”, pontuou. 

“Este resultado alcançado nos deixa muito satisfeitos, pois reflete a eficácia de ações integradas, envolvendo investimentos nas forças policiais e valorização dos nossos agentes de segurança, que estão 24 horas nas ruas, combatendo o crime com exemplar comprometimento. A obtenção desses resultados fortalece nossa determinação em aprimorar estratégias, conforme determinação do governador Carlos Brandão, para alcançar resultados ainda melhores em 2024”, afirmou o secretário da Segurança Pública, Maurício Martins.

Ao encerrar o ano de 2023, foi observada uma redução de 25,2% na taxa de crimes violentos letais intencionais. Quando analisado apenas o mês de dezembro, a região suscita um dado ainda mais animador, ao ter registrado a menor taxa de homicídios dolosos em uma década.

Em números absolutos, a Grande Ilha, que abrange além da capital do estado, São Luís, os municípios de Raposa, São José de Ribamar e Paço do Lumiar, registrou 240 crimes violentos letais (homicídio doloso, latrocínio e lesão corporal seguida de morte) ao longo de 2023 contra 321 no anterior, o que implicou na preservação de 81 vidas durante o período, sinalizando uma tendência positiva na segurança da região, que reúne cerca de 1,5 milhão de habitantes.

Os casos de latrocínio (roubo seguido de morte) foram os que tiveram maior declínio em toda a Grande Ilha, com 65,5% menos casos, ou seja, os registros diminuíram de 29 em 2022 para 10 no ano passado, resultando em menos 19 casos no período. Ao analisar de forma isolada as cidades que compõem a região, São Luís foi a que teve redução mais expressiva neste tipo de crime, com 71% menos ocorrências, saindo de 24 para 7 casos.

Os homicídios dolosos também experimentaram uma queda expressiva no decorrer de 2023, registrando uma redução significativa de 21% na Grande Ilha em comparação com o ano anterior, 2022. Em termos absolutos, essa diminuição traduz-se em uma diferença de 61 casos, passando de 291 para 230 homicídios.

Em toda a Grande Ilha, no último ano, não houve registro de lesão corporal seguida de morte e, no mês de dezembro, especificamente, a queda na taxa de crimes violentos letais intencionais alcançou 35,7%, uma das significativas quando estabelecida comparação entre os 11 meses anteriores do ano.

Crimes violentos em São Luís

Na capital São Luís, que experimentou, ao longo do ano, números positivos não só com relação aos crimes violentos letais intencionais, mas em outros índices de criminalidade, a queda de homicídios dolosos, latrocínios e lesão corporal seguida de morte, no ano passado, foi de 20,3%, com 47 casos a menos, isto é, foram 184 em 2023 contra 231 em 2022.

Relembre

Em 2023, o Maranhão foi destaque no Ranking de Competitividade dos Estados, do Centro de Liderança Pública. A pesquisa apontou que o estado está entre aqueles com melhor segurança pública do país, tendo saído da 14ª posição em 2022 para 7ª em 2023. No Nordeste, ocupa o 2º lugar no ranking.

Em razão dos investimentos que vêm sendo realizados no âmbito da Segurança Pública, as cidades do Maranhão também ficaram fora da lista das mais violentas do mundo, conforme pesquisa do jornal britânico Daily Mail e o estado ainda ficou em 1º lugar no país em índice de resolutividade de inquérito (96%), segundo pesquisa da Adepol Brasil.