Setur promove roda de conversa sobre Mercado do Artesanato Brasileiro, nos Polos São Luís, Lençóis e Delta

O Governo do Estado do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado de Turismo (Setur), está realizando uma série de diálogos com artesãos maranhenses. Após passar por São Luís, será a vez dos artesãos dos municípios de Barreirinhas e Tutóia receberem a designer paulista Luly Vianna, que irá fazer roda de conversa com o tema Mercado do Artesanato Brasileiro, Qualidade e Acabamento, nesta quarta-feira (30) e na sexta-feira (02). 

O secretário de Estado de Turismo, Catulé Júnior, ressaltou que a Setur está sempre buscando o fortalecimento e a promoção da cadeia produtiva associada ao turismo do Maranhão. “Basta uma visita ao Ceprama para conferir a variedade de artesanatos que ajudam a contar a história do estado. Além disso, estamos sempre procurando qualificar nossos artesãos e nosso artesanato, que encanta a todos pela riqueza, tradição e cultura”, pontuou. 

A artesã Luly Vianna ficou encantada com o artesanato maranhense e agradeceu o convite. “Estou tendo a oportunidade de conhecer alguns artesãos que pegam a matéria prima, que está no lixo, e fazem artesanato, isso é, transformado. Está sendo muito especial tanto para mim, quanto para os artesãos, e espero voltar em breve com certeza”, enfatizou a designer que trabalha com artesanato bio sustentáveis.

O artesão do Ceprama, que produz bolsa de fibra de buriti, Magno Farias, participou da roda de conversa. “Nesse período de pandemia a Setur esteve sempre conosco, com editais, nos ajudando com cestas básicas, ofertando cursos online, e essa roda de conversa é mais uma demonstração de cuidado e atenção que recebemos. Gostei muito da troca de conhecimentos transmitidos nesta ação”. 

Segundo o superintendente de Artesanato e coordenador do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB) do Maranhão, Carlos Martins, o turista que leva o artesanato maranhense, revive as emoções da viagem. “O turista quer levar consigo uma lembrança do local, e não há nada que represente melhor, que o artesanato maranhense”. 

Ceprama

Construído em 1891, o Ceprama é um espaço em que impera a história do Maranhão, com sua cultura, arte e folclore. 

São 38 estandes que funcionam, diariamente, comercializando produtos em fibra de buriti, azulejaria, vime, fibra de tucum, em chifre, especiarias, madeira e cerâmica, além de bebidas regionais, vestuário e indumentárias de grupos juninos. O visitante pode, inclusive, apreciar o artesão produzindo in loco a sua arte.

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