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Ong amplia ações de combate ao coronavírus em presídios no MA

O Instituto Humanitas360 doou para as penitenciárias do Maranhão: notebooks, água sanitária, material para confecção de máscaras de proteção e tecidos para produção de jalecos e vestimentas para profissionais de saúde.

As doações integram um conjunto de ações preventivas no combate ao coronavírus por meio do Instituto Humanitas360 em parceria com a Secretaria de Administração Penitenciária do Maranhão (SEAP).

No total, 55 notebooks foram doados com o apoio técnico do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e distribuídos para 39 unidades prisionais com o objetivo de viabilizar as visitas sociais, que serão realizadas de forma virtual enquanto houver suspensão de encontros presenciais nos presídios. Posteriormente, os computadores poderão ser utilizados para visitas de famílias que moram longe ou para projetos de educação, atuando de forma a complementar às visitas presenciais.

O Instituto Humanitas360 atua em diversas frentes para ajudar a amenizar os efeitos da pandemia no Maranhão. Além dos notebooks para visitas virtuais, o instituto doou 2 mil litros de água sanitária para as unidades prisionais do estado e material para a produção de 88 mil máscaras de proteção, que se soma a um esforço para confecção de mais de 1 milhão de máscaras no sistema prisional.

“Cedemos o espaço da Cooperativa Cuxá para a produção dessas máscaras e também intermediamos a doação de 10 mil metros de tecidos do grupo Alpargatas para a Secretaria de Administração Penitenciária do Maranhão – com este material, pessoas presas farão jalecos e vestimentas para profissionais de saúde”, disse Patrícia Villela Marino, presidente do Humanitas360.

O trabalho envolve algumas das mulheres da Cuxá e outras internas da Unidade Prisional Feminina de São Luís (UPFEM), num esforço de responsabilização social que busca o reencontro da população maranhense com as pessoas presas. “Durante a pandemia estou fazendo máscaras, costurando para ajudar outras pessoas. Vejo que sou importante e colaboro com quem está lá fora lutando contra esse vírus”, afirma Keitiane Mesquita, uma das cooperadas envolvidas no projeto.