Novos hospitais ficarão como legado para o Maranhão após coronavírus

Nos últimos cem dias, o Governo do Maranhão abriu novos hospitais para atender os casos de coronavírus no Estado. O resultado foi que em nenhum momento houve colapso no atendimento. Mas o impacto dessas novas unidades vai além da pandemia. 

Muitos deles ficarão como legado para a população após a Covid-19. Isso porque a estratégia adotada foi construir e ampliar unidades fixas, e não apenas hospitais de campanhas. 

Estes últimos são estruturas provisórias. Ou seja, serão desmontados após a pandemia, como acontece no mundo todo. 

Já os demais, que são fixos, permanecerão atendendo a população. Ou seja, haverá mais leitos e estrutura do que havia antes do coronavírus. 

Na Grande Ilha

Entre os hospitais que ficarão como legado, estão o Genésio Rego e o Raimundo Lima, na capital. 

O Genésio Rêgo já tem, inclusive, uso definido: vai abrigar o primeiro Hospital de Medicina Tropical, que também funcionará como Instituto para pesquisa de doenças como malária, leishmaniose e febre amarela. 

“Trata-se de algo inédito que auxiliará no tratamento dessas doenças e novas pesquisas no estado. A assistência contará com parcerias de outras instituições, como o Evandro Chagas, no Pará. O espaço funcionará com atendimento hospitalar e ambulatorial voltado para doenças tropicais”, disse o secretário Carlos Lula.

A UPA de Paço do Lumiar foi recém-aberta e, atualmente, é a unidade de referência na cidade para tratar pacientes de coronavírus. Depois, será incorporada ao atendimento de outros pacientes.

Outras cidades

Fora da Ilha de São Luís, os maranhenses terão como legado, entre outros, o Hospital de Lago da Pedra e o de Viana. Outro exemplo é o Hospital de Santa Luzia do Paruá. 

Além disso, também houve a ampliação de unidades – algo que também será aproveitado após a pandemia. O Hospital de Itapecuru está entre os hospitais que foram ampliados. 

Hospitais de Campanha

Os hospitais de campanha que foram abertos pelo Governo do Estado e que depois serão desmontados são os de São Luís, de Açailândia, de Pedreiras e de Santa Inês.

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