Pesquisa do IBGE aponta alta recorde no setor do Varejo maranhense
O comércio varejista do Maranhão apresentou forte desempenho em março, com crescimento de 3,8% no volume de vendas em relação ao mês anterior, segundo dados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada hoje (13), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O resultado representa a maior alta entre todas as unidades da federação no período.
O cenário de avanço da economia maranhense mapeado pela pesquisa é impulsionado tanto pelo crescimento do consumo das famílias, quanto pelas políticas de apoio as pessoas em situação de vulnerabilidade.
Para o presidente do Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc), Dionatan Carvalho, os números são resultado da política econômica e de impulsionamento de renda da gestão estadual.
“Vale destacar a contribuição do Programa Maranhão Livre da Fome, que atualmente concede auxílio para mais de 70 mil famílias. O programa, além de garantir maior segurança alimentar para as pessoas em situação de extrema pobreza, também gera externalidades positivas na economia ao aquecer o comércio varejista de alimentos.”
Crescimento acima da média nacional
Na comparação com março de 2025, o avanço foi de 6,9%, desempenho que colocou o estado como o terceiro maior crescimento do Nordeste e acima da média nacional, que registrou alta de 4,0%.
Com os resultados de março, o Maranhão acumula crescimento de 2,8% no ano e de 2,5% no acumulado dos últimos 12 meses, ambos superiores aos índices nacionais, de 2,4% e 1,8%, respectivamente.
No comércio varejista ampliado, que inclui atividades como veículos, motos, peças e materiais de construção, o estado registrou variação positiva de 0,1% em relação ao mês anterior. Já na comparação com março do ano passado, o crescimento foi de 10,2%, o quarto maior do Nordeste e também acima do resultado nacional, de 6,5%.
Nesse segmento ampliado, o Maranhão acumula expansão de 4,4% no ano e de 0,8% nos últimos 12 meses, superando novamente os indicadores nacionais, que ficaram em 1,9% e 0,2%, respectivamente.
