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Sinais do Transtorno do Espectro Autista (TEA) podem passar despercebidos até a adolescência

A adolescência traz novas exigências sociais, emocionais e escolares que podem tornar mais evidentes características do Transtorno do Espectro Autista (TEA) que passaram despercebidas na infância. Dificuldades para fazer amizades, ansiedade diante de mudanças, sensibilidade a sons e o esforço para se adaptar aos grupos podem levantar dúvidas nas famílias e motivar a busca por avaliação especializada.

Por que alguns adolescentes só recebem o diagnóstico de autismo nessa fase? Como o mascaramento social pode dificultar a identificação dos sinais? E o que pais e educadores devem observar?

A psicóloga Elisângela Mourão, da Hapvida, pode esclarecer essas questões, explicar como funciona o mascaramento social e orientar sobre os sinais que merecem atenção, destacando que a avaliação profissional é fundamental para diferenciar características do TEA de outras condições.

A reportagem também pode mostrar a experiência de uma família maranhense de Rosário, cujos dois filhos têm diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista. O mais velho recebeu o diagnóstico aos 11 anos, após acompanhamento inicial por TDAH. Já com o irmão mais novo, a identificação aconteceu mais rapidamente, graças à experiência anterior da família. Atualmente, os dois fazem acompanhamento especializado na clínica TEA da Hapvida, em São Luís.