São Luís 408: famílias que viviam de forma precária ganham moradia digna com projetos habitacionais

“A gente convivia com as marés altas. Era um sofrimento. Hoje minha família pode dizer que tem um lar digno.” Essa é a sensação que o autônomo e ex-morador de palafita Gean de Jesus Raposo teve ao receber as chaves do seu apartamento no novo Residencial José Chagas, política pública habitacional executada pelo Governo do Maranhão, por meio do programa Minha Casa Minha Vida, da Caixa Econômica Federal. 

Assim como o Residencial Jomar Moraes – que está em fase de conclusão –, o Residencial José Chagas é um dos principais projetos habitacionais do Executivo Estadual na cidade de São Luís, que no próximo dia 8 de setembro comemora 408 anos de fundação. 

Conheça abaixo os detalhes de cada uma dessas unidades habitacionais, que foram pensadas para dar moradia digna a famílias que moravam em situação de vulnerabilidade em São Luís. 

Residencial José Chagas

Localizado na Avenida Ferreira Gullar, o Residencial José Chagas é uma ação complementar ao projeto PAC Ponta do São Francisco. Com investimentos de cerca de R$ 20 milhões, a obra gerou cerca de 300 empregos diretos e a prioridade foi a mão de obra local.

Voltado para abrigar famílias que moravam em palafitas na área que compreende o São Francisco, Ilhinha e Vila Jumento, em São Luís, o residencial é constituído por oito blocos de 32 apartamentos de 45,6 m². A entrega das chaves foi realizada no início do mês de agosto deste ano.

O empreendimento foi construído pelo Governo do Estado, no âmbito do programa Minha Casa, Minha Vida, firmado em 2016. As áreas do entorno dos conjuntos habitacionais possuem espaços destinados para empreendimentos em áreas como saúde, educação e cultura.

Residencial Jomar Moraes

Com investimentos de R$ 82 milhões e executado pela Secretaria de Estado das Cidades e do Desenvolvimento Urbano (Secid), o Residencial Jomar Moraes é destinada a famílias carentes já cadastradas e aprovadas pela Caixa Econômica Federal (CEF), como parte do Projeto PAC Rio Anil.

O empreendimento é formado por 33 blocos de 32 apartamentos e dois blocos de 24 unidades. Além disso, os espaços de entorno do residencial possuem áreas destinadas para construção de equipamentos comunitários.

Em junho deste ano, a Secid realizou o sorteio da localização dos apartamentos, e no mês passado foi feita licitação para contratar a empresa que executará o Plano de Trabalho Técnico Social (PTTS) do Residencial. O PTTS tem a finalidade de preparar as famílias para a transferência ao novo local de moradia, propiciando melhores condições de habitabilidade.

O empreendimento vai beneficiar 1.104 famílias residentes nos bairros da Camboa, Liberdade, Fé em Deus e Alemanha e deve ser entregue às famílias nos próximos meses.

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