Prazo para comprovar vacinação do rebanho contra febre aftosa encerra dia 31

Os números da cobertura vacinal do rebanho maranhense contra febre aftosa, até a primeira quinzena de agosto, contabilizaram mais de 85% do rebanho imunizado. Em todo o Maranhão, são 8.816.976 cabeças de animais. Para o estado atingir o índice de cobertura vacinal preconizados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) que é de 90%, os produtores e criadores do Maranhão precisam realizar a comprovação da imunização de seus animais até a próxima segunda-feira (31), no escritório da Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (AGED/MA), onde a propriedade está cadastrada.

O criador pode optar pelo agendamento para atendimento presencial em um dos escritórios da Agência ou, se preferir, pode fazer a comprovação de modo eletrônico, seguindo as orientações disponíveis no site da AGED (www.aged.ma.gov.br), necessárias para realizar a comprovação. Para comprovação é importante que o produtor tenha em mãos seus dados pessoais, quantidade por faixa etária dos bovinos e bubalinos vacinados, nota fiscal comprovando a compra da vacina e caso o criador tenha o georreferenciamento/geolocalização de sua propriedade as coordenadas devem ser informadas no ato da comprovação.

A fiscal estadual agropecuária e responsável técnica pelo Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa (PNEFA) no Maranhão, Margarida Prazeres, ressalta que o programa de febre aftosa tem a característica de responsabilidade compartilhada. “Ao produtor cabe comprar a vacina e imunizar o gado, enquanto que ao serviço veterinário oficial cabe fiscalizar as revendas de vacina para garantir um produto de qualidade e promover a vigilância da vacinação em propriedades que exijam maior atenção por apresentar maior risco ou necessitar de assistência direta do serviço a exemplo das áreas indígenas e de remanescentes de quilombos”, explicou.

O Maranhão nas últimas campanhas de vacinação contra a febre aftosa tem ultrapassado a marca dos 90% de animais imunizados, cujo índice é exigido pela Organização Mundial da Saúde Animal (OIE) para manter o status sanitário de zona livre de febre aftosa com vacinação.

O produtor pode aproveitar a oportunidade para fazer também as comprovações de imunização contra a raiva e brucelose.

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