Estácio completa 25 anos no Maranhão
Com mais de seis mil alunos, unidade projeta expansão de portfolio de cursos e de estrutura para 2026
A Estácio completa, em novembro, 25 anos de atuação em São Luís (MA). O Campus Centro, em funcionamento na Rua Grande, passou de um prédio modesto no início dos anos 2000 a uma estrutura robusta, com laboratórios, clínicas-escola e espaços de prática profissional que hoje são referência para a formação em saúde e para o atendimento à população.
A ampliação física, a diversificação do portfólio de cursos e o investimento no corpo docente integraram a unidade ao modelo de formação nacional das instituições do grupo Yduqs, conectado às demandas exigidas hoje pelo mercado de trabalho. Hoje, no Campus Centro, são 23 cursos de graduação, 14 de pós-graduação, 37 salas de aula, 42 laboratórios específicos, dois complexos de clínica-escola e oito laboratórios de informática, distribuídos em mais de 27 mil m² de área construída.
“Hoje, entregamos uma infraestrutura robusta, fruto de mais de R$ 20 milhões em investimentos desde que passamos a fazer parte da Estácio. É um salto de qualidade que acompanha o crescimento da cidade e do ensino superior no Maranhão”, avalia o reitor do Campus Centro, Luís Ribeiro.
TRAJETÓRIA
No início dos anos 2000, a unidade ocupava as instalações do antigo Colégio Girassol, no Renascença, operando sob o nome Faculdade São Luís. Naquele primeiro momento, oferecia cursos voltados sobretudo às áreas de Ciências Humanas. Com o crescimento da demanda e a consolidação da marca, a instituição se transferiu para a Rua Grande, no Centro, onde inaugurou uma sede maior.
Ali, o portfólio seria ampliado, passando a abranger áreas como Comunicação Social, Turismo e, posteriormente, Direito e os primeiros cursos na área da saúde. A incorporação ao Grupo Estácio, em 2012, acelerou o processo de modernização, resultando em novas habilitações, laboratórios e espaços de prática profissional. Esse processo culminou com o credenciamento da unidade como Centro Universitário em 2019, um marco que consolidou a autonomia acadêmica. Conquistas continuam a ser celebradas, como a nota máxima (5) no recredenciamento do MEC; o prêmio de melhores empresas em gestão de pessoas, concedido pela Exame; o selo da de responsabilidade social, concedido pela Associação Brasileira de Mantenedoras do Ensino Superior (ABMES) além de reconhecimentos na área de pesquisa, extensão e iniciativas que valorizam a atuação comunitária.
Entre os egressos, a unidade contabiliza gestores públicos, líderes empresariais e centenas de profissionais na área de comunicação. “É impossível andar pela cidade sem encontrar alguém que tenha passado por nossas salas de aula. Formamos lideranças que hoje ocupam posições importantes no Maranhão e impactam os rumos do Estado, e essa, sem dúvida, é uma grande conquista”, conta Luís Ribeiro.
SERVIÇOS
Além de centro de ensino, o campus hoje é um polo de responsabilidade social, com serviços gratuitos, projetos comunitários e atividades que beneficiam especialmente os moradores de bairros como Centro, Liberdade, Lira, Belira e Diamante — muitos deles, dependentes desses atendimentos. “Responsabilidade social é um dos diferenciais da nossa unidade. Com a estrutura que temos, conseguimos proporcionar um ambiente de estágio e aprendizado adequado para o aluno, que não precisa se deslocar para outro espaço para ter acesso à parte prática do curso. O outro benefício é para a comunidade, que, a partir de nossas clínicas-escola, passou a contar com atendimentos gratuitos em diversas áreas, como Odontologia, Psicologia, e Assistência Social, além de questões jurídicas e assistência contábil para pessoas físicas e jurídicas”, avalia o reitor.
Outro marco dos 25 anos é a evolução do corpo docente. Hoje, mais de 70% dos professores são mestres ou doutores, reflexo da política de incentivo à pesquisa, bolsas de qualificação e programas internos de desenvolvimento pedagógico. Inteligência artificial, metodologias por competências, trilhas personalizadas e desenvolvimento de habilidades socioemocionais fazem parte das habilidades trabalhadas ao longo dos anos de formação. Além do currículo atualizado, os estudantes têm acesso a uma plataforma de mentoria com egressos da unidade, além de programas de empregabilidade e trilhas que ajudam a construir carreiras dentro da área almejada.
Para Luís Ribeiro, é uma troca essencial. “A melhor forma de devolver à sociedade o que ela investe em educação é formando profissionais que já vivenciam a prática desde cedo e, ao mesmo tempo, oferecendo serviços que impactam diretamente a comunidade”, afirma.
O futuro também está no planejamento. Entre as novidades previstas para 2026 estão cursos até então inéditos na capital ou inexistentes na rede particular, como Medicina Veterinária, Terapia Ocupacional e Fonoaudiologia, por exemplo. “São áreas estratégicas para o desenvolvimento regional. Identificamos essa lacuna de formação na sociedade e vamos buscar ocupar esses espaços”, afirma Ribeiro.
