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 A importância da padronização de códigos de barras na gestão de e-commerce

O avanço da internet mudou significativamente a forma como a sociedade passou a consumir os produtos, rompendo especialmente as barreiras físicas dos circuitos econômicos. No entanto, embora a conectividade seja um atributo do mundo contemporâneo, gerenciar um e-commerce vai muito além da criação de uma página e de colocar os produtos à venda esperando que cheguem ao seu destino. 

Na realidade, aqueles que vivenciam esse universo no cotidiano compreendem que existe uma variedade de detalhes que precisam ser cuidadosamente tomados, como controle de estoque, organização do catálogo de vendas, agilidade na expedição e conferência das mercadorias. 

A cada nova venda, a cada processo, existe uma espécie de corrida contra o tempo, no sentido de garantir que tudo saia da melhor forma possível. O objetivo é claro: entregar o melhor trabalho e, por consequência, a melhor experiência ao cliente. Enfrentar este cenário exige, também, o uso de ferramentas que tornem o dia a dia mais eficiente e produtivo. 

Os códigos de barras, neste caso, cumprem um papel importante. Quando se olha para o e-commerce, percebe-se que a automatização dos processos é a melhor saída para a redução dos erros operacionais, bem como para o aumento da precisão na gestão das mercadorias. 

Os códigos de barras são aqueles números que aparecem atrás dos produtos e que os atendentes de caixa bipam no momento de finalizar as compras. Estes códigos também são conhecidos como EAN, GTIN e UPC. 

Os números são responsáveis por fornecer diversas informações acerca do produto, como características gerais e até mesmo sua rastreabilidade na cadeia de suprimentos global. Este tipo de padrão foi criado em 2005, pela GS1, em mais de 140 países, com a finalidade de permitir a identificação dos produtos e melhorar a gestão comercial em sua totalidade.

Mas qual é o benefício de adotar este sistema? Em síntese, a adoção da ferramenta possui muitos benefícios, especialmente na eficiência da gestão do estoque e na redução de perdas, extravios e divergências de inventário. Além disso, os códigos de barras também aceleram o processo de expedição e recebimento de mercadorias, reduzindo o tempo entre a compra e a entrega do produto. 

Outro ponto relevante diz respeito a padronização dos códigos, sobretudo nos formatos EAN e GTIN. A padronização, para aqueles que desejam vender em marketplaces ou se integrar a grandes varejistas do mercado, é um passo elementar, dada a exigência dos códigos nos espaços de comércio. Mercadorias que não possuem registro são menos confiáveis e, por consequência, menos suscetíveis a conversão de vendas. 

É importante enfatizar que os códigos precisam estar registrados na GS1 Brasil. Ter produtos com códigos padronizados aumenta a visibilidade da marca nos canais e facilita a integração com sistemas automatizados de logística e venda. Para os lojistas, que buscam escalar suas operações, por exemplo, a automação dos processos é um passo fundamental. 

É nesse sentido que ferramentas que ajudam a gerar código de barras de forma eficiente e padronizada são importantes: para garantir que os produtos sejam corretamente identificados, seja em âmbito interno ou nos próprios canais de venda externos. No geral, este movimento otimiza o tempo que seria gasto na catalogação dos produtos e minimiza os erros manuais que poderiam surgir no processo. 

No fim, quem vende online ou quem busca ingressar neste mercado, mais do que nunca, precisará de agilidade e organização. Investir em uma gestão inteligente dos produtos é, portanto, um passo fundamental para manter-se competitivo em um mercado em constante expansão.