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Vale conecta Amazônia e Mata Atlântica a experiências culturais no Rock in Rio Brasil 2026

Amazônia e Mata Atlântica serão o ponto de partida da presença da Vale no Rock in Rio Brasil 2026. Ao longo dos sete dias de festival, entre 4 e 13 de setembro, a companhia reunirá experiências conectadas por uma mesma narrativa: um estande sensorial inspirado nos biomas, uma clutch com estampas criadas por artistas do Pará e do Espírito Santo e o espetáculo imersivo ECCO by LightWire, que combina natureza, dança, música e tecnologia.

A participação integra a estratégia da Vale de utilizar a cultura e o entretenimento para aproximar novos públicos da agenda de florestas. A proposta não é reproduzir a complexidade dos biomas, mas apresentar referências da Amazônia e da Mata Atlântica por meio de diferentes linguagens artísticas, apoiadas na atuação concreta da companhia nesses territórios.

A presença no festival também dá continuidade a uma estratégia iniciada em 2025, quando a Vale apoiou o movimento Amazônia Live – Hoje e Sempre e levou ao The Town uma experiência dedicada à biodiversidade amazônica. No Rock in Rio Brasil 2026, a narrativa passa a contemplar também a Mata Atlântica e ganha novos desdobramentos por meio do trabalho de artistas brasileiras e do patrocínio a uma produção cultural criada exclusivamente para o festival.

“O Rock in Rio nos permite levar a agenda de florestas a públicos que dificilmente seriam alcançados pela comunicação corporativa tradicional. No festival, arte, tecnologia e cultura ajudam a traduzir referências da Amazônia e da Mata Atlântica em experiências que as pessoas possam compreender, sentir e compartilhar”, afirma Leandro Modé, diretor de Comunicação e Marca da Vale.

Uma floresta vivenciada por imagens, sons e aromas

No gramado da Cidade do Rock, o estande da Vale terá como elemento central uma estrutura inspirada na vitória-régia, com dez metros de diâmetro e cinco metros de altura. Em uma experiência de aproximadamente dois minutos, imagens reais em alta definição, sons, aromas e texturas apresentarão referências da Amazônia e da Mata Atlântica. À noite, uma iluminação dinâmica em tons de rosa e verde fará alusão às mudanças de cor da flor da vitória-régia.

A estrutura apresentada pela Vale no The Town 2025 será reutilizada no Rock in Rio Brasil 2026.

Criação brasileira prolonga a experiência

No estande da Vale, ao final da experiência, o público poderá receber uma clutch criada especialmente para o festival, com estampas assinadas pelas artistas Renata Segtowick, do Pará, e Lu Bicalho, do Espírito Santo. A peça reúne interpretações visuais das artistas sobre os territórios onde vivem e trabalham. As criações partem de repertórios próprios, construídos a partir de cores, movimentos, formas naturais e referências culturais, sem a intenção de representar toda a diversidade dos biomas.

Nascida em Belém, Renata Segtowick é artista visual e designer com cerca de 30 anos de trajetória entre arte, design e publicidade. Sua produção reúne referências à fauna, à flora, à ancestralidade e à cultura amazônica em composições visuais autorais.

“Levar a Amazônia para um festival como o Rock in Rio é uma oportunidade de mostrar que a floresta também é feita de arte, criatividade e pessoas. Espero que quem veja essa peça reconheça um pouco da beleza, da força e da identidade da região onde nasci”, afirma Renata Segtowick.

Do Espírito Santo, Lu Bicalho atua há duas décadas como ilustradora, muralista e artista visual. Cores, formas, texturas e volumes marcam uma produção que aproxima natureza, movimento e imaginação. Para a colaboração, a artista desenvolveu uma interpretação visual inspirada na Mata Atlântica.

“O convite foi transformar referências da natureza em linguagem visual. Busquei traduzir a delicadeza, as formas e o movimento da Mata Atlântica em uma estampa que desperte curiosidade sobre o bioma”, comenta Lu Bicalho.

Também serão distribuídas tatuagens temporárias que brilham no escuro, com desenhos inspirados na fauna e na flora brasileiras. Os itens criam conexão visual entre o estande e outra experiência patrocinada pela Vale no festival: o espetáculo ECCO by LightWire.

ECCO transforma natureza em experiência multissensorial

Criado exclusivamente para o Rock in Rio Brasil 2026 pela companhia brasileira LightWire e patrocinado pela Vale, o ECCO parte da ideia de que a floresta é a origem do som. Primeiro vem o escuro. Em seguida, sons surgem de diferentes pontos, como se a plateia estivesse dentro da mata. Bailarinos com figurinos iluminados por LED desenham no espaço folhas, raízes, animais e água. O público é envolvido por uma narrativa que integra dança, música, imagens, luz e tecnologia, transformando o espaço cênico em parte do próprio espetáculo.

Instalado em uma arena de 780 m², o ECCO reúne uma estrutura de mais de 12 toneladas e 2,2 mil m² de LED Mesh transparente. Ao longo da experiência, áudio espacial, iluminação, vento e névoa cênica se combinam ao movimento dos bailarinos, para criar sensações de profundidade e deslocamento ao redor do público.

A tecnologia não aparece apenas como suporte técnico, mas como parte da linguagem artística. As superfícies digitais transparentes permitem que imagens, luz e performance coexistam sem criar uma barreira entre os bailarinos e a plateia. Ao mesmo tempo, o áudio espacial faz com que sons e efeitos se movimentem pelo ambiente.

Durante os sete dias do Rock in Rio Brasil 2026, o ECCO será apresentado cinco vezes ao dia. A experiência leva para a linguagem do espetáculo a narrativa de florestas que orienta a presença da Vale no festival, utilizando arte e inovação para criar uma conexão sensorial com a natureza.

“O ECCO é uma criação artística concebida para envolver e surpreender o público a partir da natureza. Apoiar o espetáculo é uma forma de aproximar as pessoas da agenda de conservação de florestas da Vale. A arte amplia o diálogo e cria formas de conexão com a Amazônia e a Mata Atlântica, territórios onde a Vale mantém uma atuação concreta há décadas”, afirma Leandro Modé, diretor de Comunicação e Marca da Vale.

Uma travessia até o espetáculo

O percurso até o ECCO também fará parte da narrativa. Em parceria com o Instituto Megadiverso, a Vale concebeu um portal que transforma o acesso ao espetáculo em uma travessia visual pelas florestas brasileiras.

A partir do conceito “Atravessar a floresta para transformar o olhar”, imagens, luz, sons, aromas e elementos interativos apresentam referências a rios voadores, vegetação e animais que emergem de partículas e se modificam ao longo do caminho. As representações dos animais foram desenvolvidas a partir de espécies presentes no BioParque Vale Amazônia, na Floresta Nacional de Carajás, no Pará. Sensível à presença humana, a experiência se altera com a passagem do público e apresenta a floresta como uma rede de relações em movimento.

Uma estratégia em evolução

A experiência da Vale no The Town 2025 venceu o Megafone de Ouro no Prêmio Live 2026, na categoria Ativação do Ano – Festivais, em projeto desenvolvido em parceria com a agência tm1 Brand Experience. A companhia também recebeu dois Prêmios Promoview The Town, nas categorias Brinde Mais Criativo e Ativação Mais Emocionante.

Por que Amazônia e Mata Atlântica

A presença dos dois biomas está relacionada à atuação da Vale nesses territórios. Ao todo, a companhia contribui para proteger cerca de 1 milhão de hectares de áreas naturais no mundo. Na Amazônia, a companhia atua há mais de 40 anos e contribui para a proteção de aproximadamente 800 mil hectares no Mosaico de Carajás, em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

No Espírito Santo, a Reserva Natural Vale, em Linhares, mantém aproximadamente 22 mil hectares de Mata Atlântica preservada. Mantida pela Vale desde 1978 como espaço de conservação ambiental e pesquisa científica, a reserva também desenvolve atividades de educação ambiental e turismo ecológico.

Sobre a Vale

A Vale é uma mineradora global que existe para melhorar a vida e transformar o futuro juntos. Com sede no Brasil e atuação ao redor do mundo, é uma das maiores produtoras globais de minério de ferro, cobre e níquel. Suas operações compreendem extensos sistemas logísticos integrados às suas minas, incluindo ferrovias, terminais marítimos e portos. A ambição da Vale é liderar a geração de valor na mineração de forma ética e sustentável. A companhia também busca ser líder na descarbonização da siderurgia, com custos competitivos no minério de ferro, foco no cliente e portfólio adaptável, além de acelerar o crescimento no cobre e aumentar a eficiência operacional no níquel.