Colágeno: é melhor consumir, aplicar na pele ou recorrer a procedimentos?
Com a queda natural da produção ao longo dos anos, a suplementação ganha espaço como aliada nos cuidados com a pele
O colágeno é uma das proteínas mais importantes para o organismo, sendo responsável pela sustentação e firmeza da pele, além de atuar na saúde dos ossos, articulações e cabelos. Produzido naturalmente a partir de aminoácidos presentes em alimentos ricos em proteínas, ele começa a diminuir com o avanço da idade, um processo que pode ser acelerado por fatores como exposição solar, álcool e tabagismo. Diante dessa redução, cresce o interesse por formas de reposição e estímulo da proteína. Entre as alternativas mais conhecidas estão o uso tópico, procedimentos estéticos e a suplementação oral. Mas qual dessas estratégias é mais eficaz?
Estudos indicam que o colágeno ingerido pode trazer benefícios ao organismo, embora seus efeitos ocorram de forma gradual, já que a substância passa pelo sistema digestivo antes de ser absorvida. Ainda assim, especialistas apontam que a suplementação pode contribuir para a manutenção da firmeza e da elasticidade da pele, especialmente quando associada a outros ativos.
Já a aplicação direta na pele, apesar de popular, tende a ter ação mais superficial. Em paralelo, procedimentos como laser e microagulhamento são capazes de estimular a produção de colágeno, mas costumam ter custo mais elevado e exigem acompanhamento especializado.
Nesse contexto, abordagens integradas vêm ganhando espaço ao combinar diferentes formas de cuidado. A campanha Beleza 360°, da Pharmapele, segue essa proposta ao reunir suplementação e ativos tópicos para atuar de maneira complementar.
De acordo com a empresária Simone Menezes, franqueada da Pharmapele em São Luís, a suplementação oral tem se destacado entre os consumidores. “Nós percebemos uma busca crescente por soluções que atuem de dentro para fora. O colágeno ingerido entra como um aliado importante nesse processo, principalmente quando associado a outros ativos que potencializam os resultados”, afirma Simone.
A campanha reúne opções como o colágeno oral, disponível em formatos como goma e sachê, voltado à firmeza da pele. Há ainda o Young Booster, que combina vitamina C e ácido hialurônico para contribuir com a hidratação e a luminosidade.
“O diferencial desse tipo de abordagem é justamente a combinação. Enquanto o colágeno atua na sustentação da pele, outros ativos ajudam na hidratação e na proteção contra os danos do dia a dia, promovendo um cuidado mais completo”, explica Simone.
Colágeno conforme a idade
A necessidade de reposição também varia conforme a idade. Na faixa dos 20 anos, o organismo ainda mantém níveis adequados da proteína. A partir dos 30, a produção começa a cair gradualmente, tornando os cuidados mais importantes. Aos 40 e 50 anos, essa redução se intensifica, reforçando o papel de estratégias contínuas para a saúde da pele.
