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Vereadores querem mudança no Regimento Interno da CMSL

A possibilidade de criar uma emenda para alterar o Regimento Interno da Câmara Municipal de São Luís, foi tema de debate na sessão plenária de ontem, dia 18.  O objetivo da alteração é incluir no regimento interno as discussões dos requerimentos protocolados pelos parlamentares. Na oportunidade,Na sessão plenária de ontem, 18, os vereadores Marquinhos (DEM), Francisco Carvalho (PSL) e Chaguinhas (Podemos), debateram a possibilidade de criar uma emenda para alterar o Regimento Interno da Câmara Municipal de São Luís. O objetivo da alteração é incluir no regimento interno as discussões dos requerimentos protocolados pelos parlamentares.

Inicialmente, o debate do tema foi levantado pelo vereador Marquinhos (DEM), que frisou a importância das discussões das preposições durante as sessões. Segundo ele, há pautas importantes que precisam ser debatidas.

“O regimento não permite a gente falar nada a respeito dos requerimentos. É preciso debater as propostas de todos os parlamentares, e é necessário que a Prefeitura atenda nossas solicitações. Vou elaborar uma emenda para que as discussões dos requerimentos voltem a ser feitas nas sessões”, argumentou o vereador Marquinhos.

O vereador Francisco Carvalho (PSL), endossou o que foi apresentado por Marquinhos. Ele afirmou que tanto o tempo limite, como a quantidade de vereadores precisam ser estipulados nos debates.

“A gente apresenta um requerimento e a população fica esperando que a defesa do pedido seja feita, porque nós estamos apenas encaminhando, mas não se sabe ao certo para onde esse ofício vai.  É preciso discutir as preposições”, enfatizou Francisco Carvalho.
Já o vereador Chaguinhas (Podemos), destacou que o requerimento deve ser discutido, pelo menos, pelo autor da proposta.  

“O Regimento Interno pode ser emendado conforme as necessidades dos vereadores. Os requerimentos dão vida ao trabalho dos parlamentares. A Casa é a fonte regadora das propostas, mas as demandas são das comunidades, e é por isso, que as ideias devem ser debatidas no parlamento”, relatou Chaguinhas.