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Toyota Etios Aibo fortalece a customização de portfólio com economia circular

O Etios Aibo também sai de fábrica com itens de economia circular. Assim, materiais como cintos de segurança descartados em outras partes do processo produtivo se tornaram um insumo fundamental para confecção das redes laterais de proteção do veículo. 

Assim, cerca de 150 kg de materiais têxteis são reutilizados na armação final do modelo, com a qualidade exigida pelos padrões Toyota. Antes, estes mesmos produtos eram destinados à reciclagem ou descarte.

No processo, o material coletado é enviado para as cooperativas de costureiras UniArte, de Indaiatuba (SP) e Asca, localizada em Sorocaba (SP), parceiras no projeto ReTornar da Toyota, que faz do insumo as confecções acabadas de toda a rede lateral que vai na traseira do veículo. Os benefícios se estendem desde a linha de produção, na redução de custos, otimização de processos e emissões com o descarte de material, além abranger questões sociais, ao gerar demanda, trabalho e renda para as profissionais da costura.

“Temos buscado cada vez mais oportunidades de repensar uso de matérias-primas. Ações como esta, que também geram e distribuem valor para a comunidade, é motivo de grande orgulho. É um bom resultado para os consumidores, para nós da Toyota e para as cooperativas envolvidas”, aposta Viviane Mansi, diretora de comunicação e sustentabilidade da Toyota do Brasil.

Etios Aibo no Brasil via serviço KINTO One Fleet 

No Brasil, a KINTO, empresa de mobilidade da Toyota, oferece a mesma customização em veículos Etios seminovos, já que o modelo encerrou seu ciclo comercial em abril do ano passado para o mercado doméstico. O projeto tem o objetivo de atender pequenos clientes frotistas que buscam uma alternativa econômica e acessível para terem um veículo de carga confiável.

Empresas e clientes poderão contar com o Etios Aibo em sua frota, ao sinalizarem interesse por meio do serviço KINTO One Fleet, focado na gestão de frotas corporativas ou buscar uma das lojas da Rede Toyota que conta com o serviço disponível. Nesta primeira etapa, o serviço será oferecido apenas para o Estado de São Paulo.  

Os preços para o Etios Aibo via serviço KINTO devem variar conforme o período de meses e pacote de quilometragem contratados pelo cliente. “O que podemos garantir é que teremos preços bastante atrativos com foco no pequeno e médio empresário. Ao oferecermos uma customização deste nível em um carro extremamente confiável como o Etios, iniciamos uma nova etapa em nosso negócio com a KINTO, tornando o serviço ainda mais personalizado e integrado às reais necessidades do nosso público”, explica Roger Armellini, diretor comercial da KINTO Brasil.

Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

A divulgação deste material colabora para os seguintes Objetivos de Sustentabilidade da Organização das Nações Unidas:

A Toyota do Brasil iniciou este mês a exportação do Etios Aibo para o mercado argentino. Aibo, em japonês, significa ‘’parceiro”. O veículo é fruto de um projeto de conversão que buscou atender necessidades de consumidores do país vizinho, demandando customização do portfólio com o hatch produzido pela operação brasileira na planta de Sorocaba (SP).

O projeto aprimorou, ainda, a sinergia entre as equipes comercial e de produção sorocabana para atingir uma redução de até 88% do valor praticado no mercado para este tipo de conversão. A viabilidade do Etios Aibo é, portanto, resumo do potencial para futuros projetos desta magnitude e fortalece o conceito de mobilidade da marca, com produtos funcionais e sustentáveis, feitos sob medida.

“Identificamos um nicho de grande crescimento, com base no aumento do comércio on-line, a necessidade cada vez mais urgente em reduzir prazos de entrega e utilização de veículos pequenos para acessar áreas que, muitas vezes, veículos comerciais só acessavam em horários controlados”, afirma Jorge Mussi, gerente geral de pós-vendas da Toyota do Brasil, sobre como foi identificada a possibilidade do negócio.

Assim, no Etios Aibo, toda a traseira do veículo foi adaptada para servir como transporte. Jorge Mussi, gerente geral de Pós-vendas e Service Parts conta que a ideia era manter, desde o início, as características do veículo atual. “A suspensão, por exemplo, é a mesma, uma vez que o cálculo de peso considerou a situação original do veículo. Com a retirada dos componentes traseiros, abria-se a possibilidade de ganhos em 450 kg de carga e 1.200 litros de espaço”, explica o executivo. 

Para os testes de segurança, critério número um na viabilidade de projetos da Toyota, a marca rodou com um protótipo por cerca de 3.500 km com carga máxima. Resultado: nenhuma falha ou inconformidades.