PRESIDENTE DUTRA / BARRA DO CORDA – MPMA promove reunião itinerante e participa de implantação de Patrulhas Maria da Penha

O Ministério Público do Maranhão participou, na manhã desta quarta-feira, 14, da solenidade de lançamento e implantação da Patrulha Maria da Penha, no Município de Presidente Dutra, realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP-MA), no auditório do Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia do Estado do Maranhão (IEMA), na BR-135.

Na quarta-feira, à tarde, em Barra do Corda, por meio do Centro de Apoio Operacional do Enfrentamento à Violência de Gênero (CAO-Mulher) e Promotoria de Justiça da Comarca daquele Município, o MPMA promoveu reunião de lançamento do projeto CAO-Mulher Itinerante.

O projeto desenvolve, junto às Promotorias de Justiça e diversas entidades parceiras, ações de fortalecimento da rede de enfrentamento à violência de gênero em todas as regiões do Estado. A atividade aconteceu no auditório do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (Ifma), localizado no bairro Vila Nenzim, na BR-226.

Já nesta quinta-feira, 15, a promotora de justiça Sandra Garcia, coordenadora do CAO-Mulher, representou o MPMA, em outra solenidade de lançamento e implantação da Patrulha Maria da Penha, promovida pela SSP-MA essa no Município de Barra do Corda.

PATRULHA MARIA DA PENHA

O projeto “Patrulha Maria da Penha” tem por objetivo viabilizar a instalação da Patrulha Maria da Penha nos municípios que possuem sede de Batalhão de Polícia Militar, ampliando, assim, a proteção de mulheres em situação de vulnerabilidade devido à violência doméstica e familiar. Para isto, é necessária a disposição de efetivo policial preparado para o atendimento de mulheres vitimizadas pela violência doméstica, além da existência de uma viatura policial com atuação direcionada para a patrulha.

CAO-MULHER ITINERANTE

O projeto “CAO/Mulher Itinerante” tem como principal objetivo o fortalecimento da rede de apoio em todas as regiões do Maranhão, prevenindo a violência contra as mulheres, com a ampliação da atuação das redes para propor, articular, monitorar e avaliar políticas públicas de prevenção, assistência e combate à violência de gênero, envolvendo setores públicos, organizações da sociedade civil e sociedade em geral.