No Dia dos Ferroviários, homenagem aos profissionais  que desenvolvem o Brasil pelos trilhos  

Acostumado ao trabalho nos trilhos que cortam os interiores e as cidades, o ferroviário faz parte de uma profissão bastante presente no ideário das pessoas. O apito do trem, o barulho e os horários das composições rompendo os trilhos têm embalado músicos clássicos e populares, poetas, escritores, pintores e artistas de todas as categorias. Na rota do trem, existem sempre sonhos e surpresas.

No dia 30 de abril se comemora o Dia do Ferroviário, uma homenagem a todos aqueles que trabalham nas estradas de ferro. A data remete à inauguração da primeira linha ferroviária do Brasil, a Estrada de Ferro Petrópolis, que tinha mais de 14 km de extensão, ligando o Rio de Janeiro até Raiz da Serra (RJ).

Tantas histórias ainda fascinam aos que passeiam na charmosa Maria Fumaça, que remonta, até hoje, épocas áureas vividas nos trilhos da ferrovia Minas-Rio. Com uma perspectiva de desenvolvimento, as ferrovias ganham pujança ao contribuir para o desenvolvimento, transformando a logística do país. Por trás dessa engrenagem, além dos trilhos, estão os casos daqueles que participam para que as ferrovias brasileiras funcionem todos os dias.

Trajetórias que começam a ser passadas de geração para geração, como um legado de família, ou que se criam como uma oportunidade para muitos jovens profissionais que viram na ferrovia uma oportunidade de carreira.

Rogério Mapa, é supervisor de Via Permanente, no trecho entre o município maranhense, Porto Franco e do Tocantins, Palmeirante. Em 16 anos como ferroviário, acumula algumas quilometragens de desafios, descobertas e crescimento profissional. “A atividade ferroviária é instigadora, porque possui características bem próprias e leva a um trabalho bastante especializado”, explica Mapa, ao lembrar dos caminhos ele já percorreu, trabalhando em ferrovia. “Saí jovem da cidade mineira de Ouro Preto e amadureci conhecendo parte do Brasil pela ferrovia. Trabalhei em várias cidades mineiras, descobri culturas diferentes em meu próprio estado, como o Vale do Jequitinhonha. Fui para a Bahia, depois para o corredor Minas-Rio e, agora, cheguei ao Centro-Norte como supervisor de Via Permanente, em Palmeirante, Tocantins. São oportunidades que a ferrovia apresenta para nós e para o desenvolvimento do país”, diz.

Maquinista, a maranhense de Açailândia, Janaína Santos, conduz e manobra no pátio da VLI o locotrol, trem de 3 km de extensão, que percorre os trilhos da  Ferrovia Norte Sul. Como a maioria dos profissionais é movida pela vontade de ir além e, por isso mesmo, mudou-se para a capital maranhense atraída por novas formações. “A ferrovia oferece para a gente uma infinidade de oportunidades e pretendo seguir nessa área me aperfeiçoando cada vez mais”, salientou.

Sobre a VLI

A VLI tem o compromisso de apoiar a transformação da logística no país, por meio da integração de serviços em portos, ferrovias e terminais. A empresa engloba as ferrovias Norte Sul (FNS) e Centro-Atlântica (FCA), além de terminais intermodais, que unem o carregamento e o descarregamento de produtos ao transporte ferroviário, e terminais portuários situados em eixos estratégicos da costa brasileira, tais como em Santos (SP), São Luís (MA) e Vitória (ES). Escolhida como uma das 150 melhores empresas para se trabalhar pela revista Você S/A pelos últimos quatro anos e a melhor do segmento de Serviços de Transporte pela Istoé Dinheiro em 2018, a VLI transporta as riquezas do Brasil por rotas que passam pelas regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste

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