Imperatriz tem reorganização do fluxo de atendimento para casos de Covid-19

Com alta demanda de pacientes com Covid-19 na cidade, a Prefeitura de Imperatriz, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, Semus, realizou uma vídeo conferência, na quinta-feira, 7 de maio, com representantes da rede municipal e estadual de saúde. Objetivo é desafogar as Unidades de Pronto Atendimento (UPA) e reorganizar o fluxo municipal.

Participaram da reunião diretores do Hospital Municipal de Imperatriz (HMI), Hospital Municipal de Campanha Covid-19, Unidades de Pronto Atendimento (UPA), Hospital Macrorrregional, representantes da Regional de Saúde e médicos convidados.

Atualmente, o fluxo para pacientes suspeitos ou confirmados com a Covid-19 é estabelecido de acordo com os sintomas. Para casos leves,  procurar a Unidade Básica de Saúde mais próxima da sua casa, casos moderados e graves procurar a UPA da Bernardo Sayão ou do São José, que avaliarão necessidade de regulação para o Hospital Macrorregional  ou Hospital Municipal de Campanha.

O Hospital Municipal de Imperatriz, Socorrão, não atende pacientes com sintomas gripais, com suspeitas ou confirmados de coronavírus, para evitar a sobrecarga e exposição dos demais pacientes internados. Na rede privada, a referência continua sendo o Hospital Santa Mônica, para os casos adultos.

Sobre a taxa de ocupação do Hospital Municipal de Campanha  Covid-19, até às 12h desta sexta-feira, 8 de maio, há  37 % de ocupação dos leitos clínicos e 90% dos leitos de UTI.

A secretária municipal de saúde, Mariana Jales, relata que “a Prefeitura não tem medido esforços para o combate ao coronavírus, mas a curva de pessoas contaminadas continua crescendo. Nesse momento de pandemia, pedimos que as pessoas fiquem em casa, caso precisem sair se protejam com máscaras e sempre que possível lavem bem as mãos com água e sabão e usem álcool em gel”.

As ações de contingenciamento buscam diminuir a curva ou até mesmo frear a incidência de pessoas que se contaminam com o vírus na cidade.

O coordenador do Hospital Municipal de Campanha, Vitor Pachelli, explica que “os fluxos de atendimento favorecem para que não haja superlotação ou demora na questão dos atendimentos. É muito importante seguir todos os protocolos e o passo a passo, uma vez que isso facilita e agiliza todo o processo, fazendo com que o paciente demore menos tempo para ser atendido, medicado, internado ou tendo alta hospitalar”, conclui.