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Desembargador Lourival Serejo dirige primeira sessão plenária de sua gestão

“Sob a proteção de Deus, dou aberta a 1ª sessão deste Pleno sob minha efetiva Presidência”. Com essa declaração, o presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), desembargador Lourival Serejo, iniciou a primeira sessão plenária sob sua direção no biênio 2020/2022. A sessão jurisdicional ocorreu nesta quarta-feira (29), com a presença virtual dos demais desembargadores da Corte pelo sistema de videoconferência.
Em seu discurso inicial, o presidente Lourival Serejo mencionou à crise mundial vivenciada no enfrentamento à pandemia da Covid-19, com seus desdobramentos refletidos, também, na rotina de trabalho do Judiciário estadual. “No meio de uma pandemia assustadora, estamos vivendo – sem acreditar – essa experiência da distância física e da proximidade tecnológica”, disse.
Sobre a situação presente, o desembargador enfatizou que as perspectivas são imprevisíveis. “Precisamos estar preparados para sacrifícios. Muitos tribunais estão em rigoroso regime de economia. Por precaução, já estamos preparando o nosso programa de contenção de despesas. Começamos por dispensar vários veículos locados para nossos serviços”, enfatizou.
O presidente Lourival Serejo destacou, no entanto, que até o momento, há o suporte necessário para a manutenção de todos os subsídios de magistrados e servidores em dia. “Confiamos que vamos vencer essas ameaças do presente e pensar num futuro melhor e mais pleno de realizações para todos”, declarou.
COERÊNCIA NA COLEGIALIDADE
Na ocasião, o desembargador Lourival Serejo relembrou uma de suas prioridades como meta de gestão: a do incentivo à colegialidade. “Pugnei pelo incentivo à colegialidade, no sentido da coerência, da união, do comprometimento de elevarmos a respeitabilidade do nosso Tribunal”, salientou.
O presidente Lourival Serejo externou sua expectativa pela união entre o colegiado de desembargadores, exteriorizada por atitudes recíprocas. “Preciso do apoio de todos para governarmos juntos. Não tenho vocação para ser comandante chefe do Poder Judiciário, mas, sim, um dirigente democrático que prestigie a posição, ainda que divergente, do colega ao meu lado”, disse.
Com a citação de Carlos Drummond de Andrade, o presidente concluiu: “Não chora a ruína da esperança. Com ela faz uma esperança nova”.