Maranhão lidera desempenho do nordeste em ranking que avalia as universidades mais empreendedoras do Brasil
UFMA, Uemasul e Uema figuram entre as instituições mais empreendedoras do país em levantamento da Brasil Júnior; veja top 10 nacional
O Maranhão aparece em 1º lugar no desempenho do Nordeste na análise regional das universidades mais bem avaliadas do país no Índice de Instituições de Ensino Superior Empreendedoras (IESE) 2025, divulgado pela Confederação Brasileira de Empresas Juniores (Brasil Júnior). No ranking geral de universidades, o estado aparece com a Universidade Federal do Maranhão (UFMA), a Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão (Uemasul) e a Universidade Estadual do Maranhão (Uema).
Apesar de não ter universidade entre as 10 primeiras posições do ranking nacional, o estado lidera o desempenho regional do Nordeste no estudo. Entre os institutos federais, o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA) aparece bem classificado na região e entre os destaques nacionais.
Nesta edição, foram coletadas 34 mil respostas de estudantes de 92 universidades e 29 institutos federais de todas as regiões do país. Além do ranking geral, o estudo reúne análises por região, pesquisa de percepção discente e recortes por dimensão, como cultura empreendedora, inovação, extensão, internacionalização, infraestrutura e capital financeiro.
“Mais do que mostrar posições, o IESE ajuda a tornar mais visível o impacto que a educação empreendedora pode gerar dentro e fora das instituições. Quando a gente olha para esses resultados, o que aparece não é só desempenho, mas a capacidade de formar jovens com repertório para transformar realidades, propor soluções e contribuir de forma concreta com o desenvolvimento do país”, diz Vithória Rodrigues, presidente executiva da Brasil Júnior.
Veja a classificação das universidades do Maranhão no estudo:
- 70º Universidade Federal do Maranhão
- 87º Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão
- 88º Universidade Estadual do Maranhão
O estudo mostra como universidades e institutos federais se estruturam para estimular o empreendedorismo no ambiente acadêmico. Pela metodologia do IESE, a proposta é identificar pontos que precisam de atenção e indicar oportunidades de melhoria a partir de indicadores ligados ao ecossistema empreendedor universitário.
A Brasil Júnior conduz o relatório desde 2016. Divulgado a cada dois anos, o levantamento busca contribuir para a melhoria da vivência universitária e da qualidade do ensino superior brasileiro.
Top 10 nacional
1º- Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
2º- Universidade de São Paulo (USP)
3º- Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
4º- Universidade Federal de Itajubá (Unifei)
5º- Universidade Federal de Viçosa (UFV)
6º- Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
7º- Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)
8º- Universidade Federal de Lavras (UFLA)
9º- Universidade do Vale do Taquari (Univates)
10º- Universidade de Brasília (UnB)
Sobre o Índice de Instituições de Ensino Superior EmpreendedorasO IESE (Índice de Instituições de Ensino Superior Empreendedoras) é uma iniciativa da Brasil Júnior – Confederação Brasileira de Empresas Juniores que reúne instituições avaliadas em um mapeamento nacional para ajudar a consolidar um diagnóstico sobre a relação entre universidade, estudantes e o ecossistema empreendedor. Criado em 2016 e realizado a cada dois anos, a edição de 2025 contou com 121 Instituições de Ensino Superior, sendo 92 universidades e 29 institutos federais, e incluiu uma pesquisa de percepção com 34 mil estudantes de todas as regiões brasileiras.
Sobre a Brasil JúniorA Brasil Júnior é a entidade responsável por coordenar o Movimento Empresa Júnior (MEJ) no Brasil. Como organização sem fins lucrativos, tem a missão de formar líderes empreendedores e conectar estudantes universitários a desafios reais do mercado. Atualmente, o MEJ conta com 25 mil jovens, reúne 1.449 empresas juniores e está presente em 270 instituições de Ensino Superior. Em 2025, o movimento faturou mais de R$ 66 milhões, valor 100% reinvestido na capacitação dos membros.
