7 de junho: Dia Mundial da Segurança Alimentar

Hoje, 7 de junho, comemora-se o Dia Mundial da Segurança Alimentar. A data é comemorada anualmente e este ano tem como tema “Alimentos seguros agora para um amanhã saudável”. Na Câmara Municipal de São Luís, algumas iniciativas já foram apresentadas pelos vereadores D. Gutemberg Araújo (PSC) e Álvaro Pires (PMN),

Dr Gutemberg é o autor da lei nº 268/2013, que cria o Banco Municipal de Alimentos em São Luís. Já o vereador Álvaro Pires (PMN), é o autor do projeto de lei 82/2021, de autoria do vereador que autoriza a Prefeitura a utilizar os recursos financeiros para distribuir cestas básicas para alunos da rede pública durante períodos de pandemia ou calamidade pública.

“Com a criação do banco alimentar todos os alimentos que sobram das feiras e supermercados, mas estão em condição de serem consumidos, serão destinados às famílias que mais precisam. É um projeto que precisa ser materializado e é de extrema importância para a população carente da nossa cidade”, avaliou Dr. Gutemberg.

O vereador explica que a expectativa é que o projeto vire uma realidade na gestão atual, além de outras ações como a implantação da ‘Cozinha Comunitária’.

Álvaro Pires também destacou a relevância da sua proposta, principalmente neste cenário da pandemia. “A segurança alimentar ocorre quando as pessoas têm acesso físico, social e econômico a alimentos nutritivos e em quantidade suficiente para suprir suas necessidades, garantindo assim uma vida saudável”, afirmou o vereador Álvaro Pires.

Ações
No Dia Mundial da Segurança Alimentar são trabalhadas cinco ações: Garanta a segurança (1); Cultive alimentos seguros (2); Mantenha a segurança dos alimentos (3); Forme uma equipe para a segurança dos alimentos (4); Comprove que sejam seguros (5).

Para a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) o debate de 2021 tem como foco o papel da ciência na garantia da segurança dos alimentos.

De modo geral, a data pretende alertar para a prevenção e gestão dos riscos causados pelos alimentos contaminados. “É importante reconhecer que existe uma inter-relação entre a saúde das pessoas, dos animais e do meio ambiente, e qualquer incidente adverso de inocuidade pode ter um impacto global na saúde pública, no comércio e na economia”, é o que diz a OPAS – Organização Pan-Americana da Saúde.

Garantir alimentação segura promove a saúde das pessoas e acaba com a fome, dois dos 17 principais Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

Mas o que é a Insegurança Alimentar?
A insegurança alimentar ocorre quando determinada pessoa não possui acesso permanente ao alimento. Com a pandemia, a situação de muitas pessoas, que já passavam fome, foi agravada. A insegurança alimentar pode ser avaliada como grave, moderada ou leve.

Segundo o Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, produzido pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar (Rede PENSSAN), 9% da população brasileira, ou seja, 19 milhões de pessoas, sofrem com a Insegurança Alimentar grave: passam fome.

Além disso, outros 55,2% da população, o que equivale a 116,8 milhões de pessoas, conviveram com algum grau de insegurança alimentar no final de 2020.